A semana de 6 a 12 de julho ficou marcada por uma sucessão de crises que, embora distintas, expõem uma fragilidade comum: a dificuldade crescente dos Estados e das instituições em anteciparem riscos, protegerem populações e preservarem a confiança pública. Em Portugal, os incêndios florestais voltaram a ocupar o centro da agenda. Mais de 15 … Continuar a ler