Do relatório de segurança interna relativo ao ano 2014, ressaltam os seguintes aspetos:
- Decréscimo da criminalidade geral, sendo que neste domínio o crime de burla, crime informático e tráfico de estupefacientes contrariam esta tendência, ao mesmo tempo que a violência doméstica apresenta um elevado número de participações;
- Por seu turno a criminalidade violenta e grave diminuiu 5,4% em relação ao ano de 2013.
Relativamente às orientações estratégicas para 2015, consta deste relatório o seguinte:
- Reforço da articulação, coordenação e cooperação entre as forças e serviços de segurança;
- Prevenção e combate à criminalidade;
- Policiamento de proximidade, de prevenção situacional e de segurança comunitária;
- Reforço, renovação, requalificação, valorização, e dignificação do efetivo policial das forças de segurança;
- Reabilitação de infraestruturas e adaptação do dispositivo territorial às necessidades das forças de segurança e dos cidadãos;
- Modernização dos equipamentos das forças e serviços de segurança;
- Aproveitamento da tecnologia ao serviço da segurança;
- Promoção da regulação dos fluxos migratórios e intensificação do combate à imigração ilegal;
- Incremento da cooperação multilateral com os países da UE e da CPLP e da bilateral com o Reino de Espanha;
- Aproveitamento dos fundos comunitários enquanto potenciadores da segurança interna e da proteção civil;
- Promoção da segurança rodoviária;
- Consolidar a colaboração das Forças Armadas na segurança interna;
- Consolidação e reforço do sistema de Proteção Civil.
Manuel Ferreira dos Santos

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