A justiça criminal portuguesa enfrenta desafios complexos, especialmente nos megaprocessos que mobilizam recursos significativos e atraem grande atenção mediática. Casos como a Operação Marquês, Monte Branco, ou os processos ligados ao BES e aos Vistos Gold revelam tanto a capacidade do sistema judicial para investigar e responsabilizar figuras de alto perfil, como as limitações impostas … Continuar a ler
Da autoria de Carlos Ademar, Susana Costa e Filipe Santos, e no âmbito das comemorações dos 75 anos da Polícia Judiciária, foi recentemente lançada uma obra intitulada “da Cena de Crime ao Tribunal – Trajetórias e culturas forenses”. Tal como se menciona na sua apresentação, “trata-se de uma excelente ferramenta teórica e prática, pensada como um instrumento de … Continuar a ler
Desde de meados da década de oitenta do século passado que o ácido desoxirribonucleico (ADN) é utilizado para fins forenses, tanto na denominada identificação criminal como civil. Isto porque na cena do crime ou num palco onde tenha ocorrido uma catástrofe, existe, em regra, um conjunto de vestígios que contem ADN, nomeadamente sangue, saliva, ossos, pêlos, sémen, dos … Continuar a ler