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Ciências Forenses

Abraçar o mundo – para onde vamos

Para uma melhor compreensão de uma série de acontecimentos  marcante que todos os dias, das mais variadas formas, chegam ao nosso conhecimento, os quais inevitavelmente afetam o nosso “modus vivendi” e por arrastamento a sensação de segurança, recomendamos as seguintes leituras: Abraçar o Mundo

  1. Da autoria de Jorge Dezcallar, “Abraçar o Mundo”. Trata-se de uma obra, onde o autor , ligado à diplomacia e à política externa, analisa, as mudanças provocadas pelas revoluções da tecnologia, da informação e da genética; as relações internacionais dominadas pelos Estados Unidos, pela China e pela Rússia e o papel da União Europeia; os conflitos locais na América do Sul, em África, nos países islâmicos…; as guerras que já começaram ou estão prestes a começar… Tudo isso em ritmo acelerado por causa da pandemia da covid-19”. Além disso, “oferece possíveis soluções e estimula o leitor a procurar as suas próprias conclusões e desenvolver o sentimento de pertença a uma comunidade: a humana”.A Era do Homem-Forte
  2. Por sua vez, da autoria de Gideon Rachman, foi recentemente publicada a A Era do Homem-Forte, onde se faz “um retrato global do novo nacionalismo que alerta para a ameaça que os homens-fortes representam para a democracia liberal. Vivemos numa nova era, em que líderes nacionalistas se tornaram um elemento central da política global, surgindo não apenas em regimes políticos autoritários, mas também no coração da democracia liberal. São homens-fortes populistas e conservadores, com pouca tolerância para minorias, dissidentes e imigrantes, que incentivam o culto da personalidade e o desprezo pelo liberalismo e pelas instituições do Estado. O Brexit e a eleição de Donald Trump em 2016 constituem um marco decisivo neste novo nacionalismo, mas esta era teve início no começo doA Vingança da Geografia milénio, quando Vladimir Putin assumiu o poder na Rússia. Desde então, homens-fortes ascenderam ao poder em capitais tão diversas como Pequim, Budapeste, Brasília e Washington”.
  3. Finalmente, a Geopolítica pode ser definida como “a ciência que tem por objecto o estudo do condicionamento geográfico da política, não necessariamente soberana. Querendo-se dizer com isto que a geopolítica sobraça todos os actores políticos da cena internacional que ocupem ou sejam condicionados pelo espaço, mesmo não dispondo da configuração de Estados soberanos”. Assim, não poderíamos deixar de aludir a um outro livro, a Vingança da Geografia, este da autoria de Robert D. Kaplan, o qual “usa a geografia como um instrumento de precisão, servindo se dela para examinar as relações internacionais e os conflitos que a globalização não consegue explicar. Escrito de forma notável, A Vingança da Geografia é uma obra sagaz e pertinente sobre como a geografia molda o mundo que conhecemos e o que isso significa para o futuro. Uma leitura essencial para todos os que se interessam pela política global e geoestratégia”.

Sousa dos Santos

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