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Ciências Forenses, Entomologia Forense

Entomologia Forense

Entomologia Forense

1. Introdução

A Entomologia Forense é a ciência que dedica ao estudo dos insetos como ferramenta auxiliar da investigação criminal. Os insetos podem auxiliar na investigação de um crime proporcionando a estimativa do tempo decorrido após a morte, também conhecido como intervalo postmortem (IPM), apoiando-se no tempo em que o inseto leva para se desenvolver de ovo ou larva até ao estágio no qual ele foi encontrado no cadáver. Esta ciência forense pode ser desagregada em três grandes áreas: a urbana, a referente a produtos alimentares e a médico-legal [1]. Sendo esta última área, a que se revela extraordinariamente importante na investigação criminal, podendo-se assim, apurar onde o crime ocorreu, através da informação da fauna na região encontrada; o autor do crime, comparando insetos ou fragmentos descobertos no suspeito e vítima ou no suspeito e local do crime.

O processo de colonização de um cadáver por insetos é desencadeado pela atração provocada por líquidos e gases, formados pelo processo de decomposição do corpo [2]. Os insetos, apreendem os odores expelidos pelos cadáveres muito antes que eles sejam percebidos pelos seres humanos, devido ao seu olfato apurado, sendo os primeiros a chegar à cena do crime, onde se instalam e procriam, isto porque, a carne decomposta oferece um excelente habitat, seja como sítio de cópula, estímulo para a oviposição ou como fonte proteica, funcionando assim, como verdadeiras “testemunhas”, porque em cada fase de decomposição são atraídas seletivamente espécies definidas.

As espécies de insetos e o seu padrão de colonização de cadáveres alteram de acordo com diversas causas, sendo uma das mais relevantes a região geográfica ou zona biogeoclimática [3].

2. Breve História da Entomologia Forense

A Entomologia Forense é uma ciência muito recente, embora apareçam algumas referências na antiguidade sobre a importância dos insetos. Em civilizações antigas, as moscas aparecem como amuletos (Babilónia, Egipto), como Deuses (Baalzebub, “O Senhor das Moscas”). No antigo Egipto, a metamorfose das moscas já era conhecida, pois foi descoberto um papel no interior da boca de uma múmia, no qual continha a seguinte inscrição: “As larvas não se transformarão em moscas dentro de ti”. A maioria dos insetos evitados nos embalsamamentos são os que agora nos ajudam na resolução dos casos de morte [4]. O primeiro documento escrito de um caso concluído através da entomologia forense, remonta ao século XII (manual chinês, escrito por Sung Tz’u, intitulado “The washing away of wrongs”), onde o autor cita um caso de um homicídio perpetrado com o uso dum instrumento cortante. No decorrer da investigação quando se efetuava a busca de vestígios na vizinhança, investigadores localizaram uma foice que em torno da qual sobrevoavam moscas, possivelmente, atraídas pelos odores exalados pelos restos de substâncias orgânicas ali aderidas e impercetíveis a olho nu. Assim, o proprietário da foice foi interrogado e posto perante tal evidência acabou por confessar a autoria do crime [5].

redirediexprDurante muito tempo, pensou-se que as larvas que apareciam no cadáver eram geradas espontaneamente ou saíam do próprio cadáver. Este pensamento, ainda durou alguns anos, até que apareceu Francesco Redi, um naturalista do Renascimento, o qual evidenciou que as larvas provinham de insetos que depositavam os ovos no cadáver. Para isso, Redi fez diversas experiências, com diferentes tipos de carne (crua e cozida), tendo observado que os ovos eram depositados nas carnes, às quais eram atraídas distintas espécies de insetos que se transformavam em larvas, depois em pupas, de onde saíam os insetos adultos [6].

Contudo, a literatura especializada em entomologia atribui a primeira utilização dessa ciência a Bergeret, em 1855, na França, uma vez que foi ele o primeiro a aplicar, conscientemente, insetos como indicadores forenses. Neste caso, foi encontrado o corpo de uma criança oculto num piso, no interior de uma residência, coberto por uma capa de gesso. Ele indicou um IPM extenso, através da associação da fauna encontrada com o estágio de decomposição do cadáver e, como os moradores residiam no imóvel há poucos meses, as investigações e suspeitas recaíram para os anteriores habitantes da casa.

MegninEssa ciência, porém, só se tornou mundialmente conhecida após 1894, com o célebre trabalho de Mégnin o qual publicou, em França, o livro “La faune des cadavres” [7].

Nesse livro, Mégnin estabeleceu as bases da entomologia forense com o seu famoso sistema de oito quadrilhas (éscouades) ou legiões de insetos e ácaros cadavéricos, aos quais chamava de “Trabalhadores da Morte” (Travailleurs de la Mort). Segundo este autor, os insetos dos oito grupos por ele estabelecidos, não se expõem no cadáver em simultâneo, mas antes substituem-se uns aos outros sendo, cada um deles, atraído numa etapa especial da degradação cadavérica, encarregando-se da destruição do corpo [8]. Em 1957, Bornemisza, entomologista australiano, coloca corpos de cobaias em condições diversas para estudar a fauna de sucessão, enquanto em 1965, Payne, um entomologista norte-americano, usou porcos mortos ao nascer para relacionar a sucessão em corpos expostos, enterrados e submergidos, estabelecendo uma metodologia e reconhecendo seis fases da decomposição. Em 1978, Leclercq, médico e entomologista, sugeriu uma classificação dos insetos de acordo com a sua relação com o cadáver: necrófagos (alimentam-se do cadáver; necrófilos (alimentam-se dos necrófagos); omnívoros (alimentam-se do cadáver ou dos necrófagos, mas não dependem deste tipo de alimentação) e oportunistas (usam o cadáver como refúgio).

Atualmente, tem sido considerado que existem, principalmente, duas ordens de insetos (necrófagas) com rigorosa importância forense: os Dípteros e os Coleópteros, sendo os primeiros os mais significativos.

3. Ordens de Insetos

Dípteros

Esta ordem de insetos congrega cerca de 86.000 espécies conhecidas, pertencendo a este grupo as moscas e os mosquitos. A maioria dos dípteros (do Grego, di = duas; ptera = asas) distingue-se dos outros insetos por apresentar apenas um par de asas, as anteriores, estando as asas posteriores transformadas num par de órgãos de equilíbrio, de pequenas dimensões, os halteres ou balanceiros. Grande parte dos indivíduos adultos alimenta-se de fluídos animais ou vegetais, em geral de néctar, mas também de seiva ou sangue. Em relação ao seu desenvolvimento, estes artrópodes passam por metamorfose completa, sendo as larvas vermiformes e ápodas. Algumas espécies de dípteros podem tornar-se pragas para o Homem, para outros animais e para plantas cultivadas. Para além disso, podem igualmente transportar doenças, como a malária, a febre-amarela, a doença do sono e o tifo exantemático. No entanto, muitos dípteros são úteis como saprófagos, predadores ou parasitas de outros insetos prejudiciais, e realizam a polinização de plantas importantes para o Homem [9].

Dos Dípteros, a família Calliphoridae, é de especial importância em medicina legal, isto porque são os primeiros insetos a localizar o cadáver e a depositar os seus ovos. Os géneros Calliphora e Lucília têm sido enumerados como os primeiros a colonizar os cadáveres no Sul da Europa, seguidos do género Sarcophaga.

Coleópteros

Os coleópteros, são conhecidos como besouros ou escaravelhos, pertencendo à ordem Coleoptera, sendo caracterizados sobretudo pelo par de asas anterior endurecido, designadas como élitros. A ordem Coleoptera é a que possui o maior número de espécies de todos os seres vivos (cerca de 350 mil).

Os coleópteros (Staphylinidae e Silphidae) são hospedeiros do cadáver e, mais frequentemente, predadores das espécies necrófagas, alimentando-se apenas de tecidos em decomposição.

Para além destas duas ordens necrófagas (Dípteros e Coleópteros), existem espécies omnívoras (vespas, formigas, etc), e as acidentais (ácaros, aranhas, etc), que podem também estar presentes no cadáver, embora as primeiras se possam alimentar tanto dos restos em decomposição como dos artrópodes associados ao cadáver. As últimas são normalmente originárias da vegetação que rodeia o cadáver ou do subsolo.

4. Identificação de Espécies

A determinação do IPM implica uma investigação refletida dos insetos que colonizam o cadáver ao nível da espécie. Neste sentido, existem dois tipos de métodos que se podem utilizar para a identificação de espécies: método clássico, cuja identificação é baseada nas características morfológicas e o método molecular, baseado na análise do ADN (ácido desoxirribonucleico).

Método Clássico – Características Morfológicas

A família Calliphoridae (varejeiras), como já foi referido anteriormente, são os insetos mais valiosos para a entomologia forense, pois são geralmente os primeiros a colonizar um corpo após a morte, muitas vezes num espaço de horas. Por conseguinte, a idade das varejeiras mais velhas estabelece a prova mais precisa do IPM. Existem outras espécies de mosca, escaravelho, vespa e traça que estão associadas aos cadáveres, constituindo uma sucessão de insetos a colonizar o corpo, mas como tendem a chegar depois das varejeiras são menos úteis na determinação do IPM.

A colonização de cadáveres humanos por varejeiras é um resultado natural do papel das moscas como decompositores primários, estando as mesmas bem adaptadas para detetar e localizar as fontes de odores de putrefação, encontrando assim, rapidamente os cadáveres. A postura dos ovos acontece usualmente nos orifícios naturais (ex.: olhos, nariz, boca, ouvidos), ou noutros lugares escuros e húmidos, tais como dobras de roupa ou apenas debaixo do corpo. Os ovos eclodem, nascendo larvas de primeiro estádio que crescem rapidamente, sofrendo duas mudas para passar pelo segundo e terceiro estádios até pararem de se alimentar. Conforme a espécie, podem transformar-se em pupas no cadáver ou afastar-se em busca de um local apropriado, podendo deslocar-se vários metros antes de se enterrarem no solo ou debaixo de objetos ou, dentro de casa, debaixo de tapetes e mobília. Depois disto, a larva contrai-se e a cutícula endurece e escurece, formando o pupário em forma de barril, no interior do qual a pupa sofre metamorfose, transformando-se numa mosca adulta e, quando esta emerge, a cápsula vazia do pupário fica para trás como prova duradoura do seu desenvolvimento.

Em todos os insetos, a fase de desenvolvimento depende diretamente das condições ambientais, nomeadamente a temperatura, sendo que, quanto maior a temperatura mais rapidamente os insetos se desenvolvem; quanto mais baixa a temperatura mais lentamente se desenvolvem. Se a temperatura ambiente durante o período de desenvolvimento for conhecida, então, teoricamente, pode determinar-se o IPM mínimo.

Método Molecular – Análise de ADN

O método molecular é o estabelecimento de metodologias baseadas na análise de polimorfismos do ADN (Ácido Desoxirribonucleico), possibilitando uma mais rápida e precisa identificação de insetos, minorando o tempo de investigação e, também, proporcionando a obtenção de resultados, quando os métodos clássicos se mostram ineficazes, isto porque, tantos os insetos adultos como os estádios imaturos possuem genótipos idênticos, sendo por isso possível uma análise genética dos espécimes.

Assim, a análise genética do conteúdo digestivo de insetos recolhidos em cadáveres tem sido demonstrada na investigação médico-legal, contudo, esta análise só terá realmente valor, se o inseto em questão se tiver alimentado do cadáver. Mas, é necessário também, realizar a caracterização genética das principais espécies de insetos que colonizam cadáveres na área geográfica em que a investigação médico-legal está a decorrer.

No que respeita à genética propriamente dita, a região não codificante do DNA mitocondrial (D-loop), é muitas vezes utilizada para distinguir indivíduos, enquanto os genes da região codificante são utilizados para identificar espécies. Relativamente a esta última região e em relação aos insetos, é comum sequenciar as subunidades I e II da citocromoxidase (COI e COII). A COI (278 pb), tem sido estudada para efetuar a identificação de insetos ao nível da espécie; contudo, em espécies intimamente relacionadas, como as do género Calliphora foi sugerida a necessidade de se efetuar a sequenciação de uma região que inclua um maior número de nucleótidos [9].

5. Aplicação da Entomologia Forense

A Entomologia Forense tem inumeráveis utilizações na investigação criminal, mas a mais frequente é a determinação do tempo mínimo desde a morte (IPM, mínimo), na investigação de mortes suspeitas. Para isso, determina-se a idade dos insetos presentes num cadáver humano, o que permite uma estimativa relativamente precisa em circunstâncias em que os patologistas apenas conseguem fazer aproximações. O principal pressuposto é que o corpo não esteja morto há mais tempo do que o necessário para os insetos chegarem ao cadáver e se desenvolverem. Assim, a idade dos insetos mais velhos presentes no corpo determina o IPM mínimo.

Os principais objetivos da Entomologia Forense são [10]:

  • Determinar o intervalo postmortem, mediante o estudo da fauna cadavérica;
  • Ajudar a comprovação do local onde a morte ocorreu, pois a existência de espécies em cadáveres que não correspondam às normalmente encontradas em determinada região pode ser um bom indicador de que o corpo foi deslocado;
  • Transmitir fiabilidade a outros métodos de datação forense, nomeadamente a quantificação do potássio no humor vítreo;
  • Avisar para a presença de sémen em casos de abuso sexual, pois a presença de larvas na área genital num estado de desenvolvimento mais avançado do que noutro orifício natural pode ser indicativa de ter existido agressão sexual;
  • Evidenciar casos de negligência (falta de cuidados de higiene);
  • Demonstrar a existência de drogas; porquanto, as larvas de insetos podem ingerir e incorporar nos seus próprios tecidos metabolitos químicos, resultantes das drogas existentes no cadáver.

As descobertas realizadas na cena do crime constituem a direção de uma investigação. A primeira medida quando se chega ao local do crime é realizar uma breve averiguação e inspeção visual a fim de identificar os vestígios destes insetos. Em seguida, deve-se fazer uma descrição do que foi encontrado, especialmente quanto ao tipo de inseto, a sua atividade, o estádio de desenvolvimento, a localização no corpo e a área adjacente. Todas estas descrições devem ser auxiliadas por fotografias elucidativas, bem como o dia, a hora e a estação climática na qual o corpo foi descoberto devem ser anotados e analisado o tipo de local onde a morte ocorreu. Nas áreas externas, deve ser observado se o cadáver estava localizado em área de sol ou sombra, em área urbana ou rural, próximo a dejetos ou a pontos com saneamento básico, bem como é importante observar a vegetação do local.

Diversos fatores podem influenciar no processo de decomposição dos corpos e na velocidade de desenvolvimento da fauna associada, por isso, é necessário, registar a temperatura do ambiente, do cadáver (a temperatura rectal é a mais precisa), do solo e da massa de larvas.

6. Considerações Finais

A Entomologia Forense regula-se na análise da sucessão de aparecimento de insetos no cadáver, na identificação do grau de evolução dos estádios imaturos das diferentes espécies e na identificação das espécies através do estudo genético. Em grande parte dos casos, as larvas das famílias Calliphoridae e Sarcophagidae, principalmente, são extremamente importantes para esta ciência forense, isto porque, como já foi referido anteriormente, são os primeiros insetos a chegar ao cadáver.

Atualmente, os entomologistas forenses têm um papel importante em investigações médico-legais em vários países da Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, uma vez que, são frequentemente chamados para depor em tribunal, porque atuam em investigações que abrangem a descoberta de cadáveres já em decomposição, pesquisando evidências entomológicas que auxiliem a desvendar como, onde e quando a morte ocorreu e, se esta, foi natural ou acidental.

Em Portugal, vários são os investigadores que contribuem com os seus trabalhos para o desenvolvimento desta ciência forense, nomeadamente: o realizado pela Professora Doutora Laura Cainé, no âmbito da obtenção do grau de doutor na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, intitulado “Entomologia Forense: identificação genética de espécies em Portugal” que teve como principais objetivos, a comparação de diferentes métodos de extração de DNA utilizados em Entomologia Forense Molecular, a análise das principais diferenças relativas à ocorrência de espécies encontradas em distintas condições ambientais e climáticas em cadáveres humanos em Portugal (método molecular); o trabalho elaborado pela Professora Doutora Catarina Padro e Castro, no âmbito da obtenção do grau de doutor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, intitulado “Seasonal carrion Diptera and Coleoptera communities from Lisbon (Portugal) and the utility of Forensic Entomology in Legal Medicine”, correspondendo à utilização do método clássico, realizando o estudo da comunidade de insetos, da sua sazonalidade e sucessão na zona de Lisboa, através da identificação de espécies indicadoras forenses, associadas aos diferentes estádios de decomposição de um cadáver.

O estudo da entomologia forense, no seu método clássico e/ou molecular, permite em termos de investigação criminal, dados concretos e decisivos no que respeita à identificação de cadáveres, mesmo em estados elevados de decomposição, bem como permite estimar o tempo decorrido após a morte, sendo por isso, esta ciência forense, uma excelente ferramenta auxiliar em investigação criminal.

Carina Reis

REFERÊNCIAS

[1] Byrd, J. & Castner, L. (2001). Insects of Forensic Importance. In: Byrd JH, Castner JL. editors, Forensic Entomology. The Utility of Arthropods in Legal Investigations, Boca Raton: CRC Press; p. 43-79.
[2] Cainé, L. (2010). Entomologia Forense: identificação genética de espécies em Portugal. Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra para obtenção do grau de doutor em Ciências da Saúde, orientada por Francisco Corte Real, Coimbra.
[3] Castro, C. (2011). Seasonal carrion diptera and coleopteran communities from Lisbon (Portugal) and the utility of forensic entomology in legal medicine. Dissertação apresentada à Universidade de Lisboa para obtenção do grau de doutor em Biologia, orientada por Artur Serrano e María Garcìa, Lisboa.
[4] Greenberg, B. (1991). Flies as forensic indicators. Journal of Medical Entomology. 28 (5):565-577.
[5] McKnight, B.E. (1981). The washing away of wrongs: forensic medicine in thirteenth-century China. Ann Arbor: Univ. Michigan.
[6] Maganã, C. (2001). La entomología y su aplicación a la medicina legal. Data de la muerte. Areacnet 7 – Bol. S.E.A., n.º 28: 49-57.
[7] Mégnin P. (1894). La faune de cadavres. Application de l’éntomologie a la médicine légale, Encyclopédie scientifique des Aides-Mémoire, Masson, Paris Gauthier – Villars, Paris.
[8] Richards, O., & Davies, R. (1988). Imm’s General Textbook of Entomology. Vol. 2. London: Chapman and Hall.
[9] Harvey, M. L. et al (2003). Mitochondrial DNA cytochrome oxidase I gene: potencial for distinction between immature stages of some forensically important fly species (Díptera) in Western Austrália. Forensic Sci. Int. , 131:134-139.
[10] Cainé, L. & Pinheiro, M. (2004). Interesse da Entomologia Forense na Prática Médico-legal, Separata de Polícia e Justiça, Revista do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais. Coimbra Editora. III Série, n.º 4: 169-170.
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