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Carina Reis

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Palinologia forense

A Palinologia Forense ocupa-se do estudo do pólen e outros palinomorfos, contribuindo para o esclarecimento e resolução de casos judiciais, na sua maioria de natureza criminal. Os palinomorfos são estruturas microscópicas que facilmente aderem a várias superfícies, de origem natural, artificial ou até humana, sem que sejam notadas. Assim, dada a sua impercetibilidade, em contexto forense, integram … Continuar a ler

Lofoscopia – nanopartículas luminescentes

Num estudo publicado na revista Analytical Chemistry (Anal. Chem. 2017), concluiu-se que um novo agente químico revela vestígios lofoscópicos latentes. Esta nova técnica de revelação utiliza nanopartículas luminescentes de longa duração e fornece imagens nítidas aquando da recolha, o que  pode ajudar os investigadores forenses a revelar e identificar vestígios lofoscópicos em superfícies de plástico e … Continuar a ler

Workshop – “ADN não humano: um novo desfio!?”

A Polícia Judiciária, através do Laboratório de Polícia Científica (LPC) e em articulação com o Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto – IPATIMUP, promoveu no dia 26 de janeiro, no Novo Edifício Sede da Polícia Judiciária, um workshop sobre “ADN não humano: um novo desafio!?”, incidindo sobre as potencialidades da utilização do … Continuar a ler

Dendrocronologia Forense

INTRODUÇÃO A ciência que analisa e interpreta o crescimento anual dos anéis das árvores designa-se por dendrocronologia. O termo provém do grego dendron (que significa árvore), crono (tempo) e logos (conhecimento). O interesse por esta temática remonta à Antiguidade, mais concretamente a Theophrastus (370 a.C) discípulo de Aristóteles que, num dos seus livros intitulado “Investigando as plantas”, descreve os anéis das árvores, … Continuar a ler

Entomologia Forense

1. Introdução A Entomologia Forense é a ciência que dedica ao estudo dos insetos como ferramenta auxiliar da investigação criminal. Os insetos podem auxiliar na investigação de um crime proporcionando a estimativa do tempo decorrido após a morte, também conhecido como intervalo postmortem (IPM), apoiando-se no tempo em que o inseto leva para se desenvolver … Continuar a ler

Tecnologia de ADN e investigação criminal

Introdução Vivemos hoje uma nova era, a “era do CSI”. Passámos da era da lofoscopia, em que as impressões digitais eram as imperatrizes da criminalística para  se entrar na era genética. A crescente utilização da genética em contexto forense tem proporcionado diversas discussões científicas, políticas, académicas e sociais, no que respeita aos potenciais benefícios e … Continuar a ler

A GEOLOGIA FORENSE COMO FERRAMENTA AUXILIAR DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

INTRODUÇÃO A Geologia Forense está relacionada com a utilização de princípios, práticas e procedimentos geológicos no âmbito da investigação criminal. Para o efeito, um geólogo forense identifica, analisa e compara materiais geológicos, tais como o solo, rochas, minerais e fósseis encontrados num receptor (e.g. um suspeito, um veículo ou outro meio de transferência, tal como … Continuar a ler

INSTITUTO NACIONAL DE CIENCIAS FORENSES

INTRODUÇÃO Neste momento, devido ao quadro legal vigente, existem em Portugal diversas instituições com atribuições na área das Ciências Forenses, onde se incluem o Instituto Nacional de Medicina Legal (INML), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP), a Polícia Judiciária (PJ), a Polícia Judiciária Militar (PJM), a Polícia Marítima (PM) e … Continuar a ler

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