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Segurança

Deslocações em Angola e Moçambique – cuidados redobrados

Segundo os relatos que vão chegando, os ventos não estão de feição para quem pretende movimentar-se em Angola e Moçambique.

No caso de Angola, depois do assassinato, na semana passada, de Adérito Florêncio Teté, natural de Trás-os-Montes e residente na província de Malanje há 60 anos, foram vítimas de homicídio um cidadão português e outro moçambicano, ambos empresários, foram assassinados na província da Huíla.

Portal das Comunidades Portuguesas alerta para os seguintes pontos:

  • Fora das áreas urbanas, deverá ter presente que continuam por detonar minas e engenhos explosivos, sobretudo em regiões recônditas do interior, fora da rede principal de estradas. Recomenda-se, por isso, que as deslocações sejam feitas nas vias rodoviárias indicadas como seguras;
  • A criminalidade constitui um problema em algumas cidades do país, particularmente grave em Luanda;
  • Ainda que a maior parte das criminalidades violentas tenham como vítimas angolanos, registam-se também atos de violência contra estrangeiros;
  • Sempre que se deslocar a pé deve ter um cuidado redobrado, especialmente após o anoitecer;
  • Desaconselha-se o uso de jóias ou relógios de valor, bem como a utilização do telemóvel e computadores pessoais na rua;
  • A criminalidade de rua (incluindo assaltos com arma de fogo), decorrem nomeadamente nas saídas de restaurantes e discotecas, razão pela qual estes estabelecimentos dispõem por vezes de serviços de acompanhamento até às viaturas dos clientes – não hesite em usá-los.

Em Moçambique, as últimas notícias relatam mais um ataque nesta zona, tendo daí resultado sete vítimas mortais e quatro raptos. No início do mês mais quatro cidadãos moçambicanos tinham sido assassinados nesta região. Desde outubro de 2017 já terão morrido cerca de 150 pessoas, entre residentes, supostos agressores e elementos das forças de segurança.

Mas a insegurança não está circunscrita ao norte do país, ainda em novembro passado, o Governo português manifestou-se preocupado em relação à segurança dos cidadãos portugueses radicados em Moçambique, depois do rapto seguido de homicídio de um empresário ocorrido perto de Maputo. Para este clima também contribuiu o assassinato de Inês Botas em dezembro de 2017 e o misterioso desaparecimento do empresário Américo Sebastião.

Conforme consta do Portal das Comunidades Portuguesas:

  • Desde outubro de 2017 têm sido noticiados vários ataques e incidentes graves na província de Cabo Delgado, alegadamente praticados por um movimento insurgente de matriz islâmica, com impacto ao nível da segurança e ordem públicas, nos distritos de Mocímboa da Praia, Macomia, Palma, Nangade, Quissanga e Pemba;
  • A instabilidade e insegurança verificadas na província impõem cuidados de segurança adicionais, recomendando-se que as deslocações se limitem ao imprescindível. Desaconselha-se a permanência nas áreas mais afetadas;
  • Moçambique é considerado um país com algum risco em termos de segurança e criminalidade, recomendando-se a adoção de medidas adicionais de segurança e autoproteção e a redução de comportamentos de risco, particularmente em espaços públicos.

Portanto, nas deslocações a estes dois países recomendam-se cuidados redobrados e o seguimento das informações disponibilizados pelas entidades oficiais.

L.M.Cabeço

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