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Defesa

A Guerra no Meio de Nós

A conflitualidade armada tem marcado a história da humanidade. Assenta numa multiplicidade de motivações, onde se incluem, nomeadamente: a posse de territórios e dos respetivos recursos naturais, razões comerciais, étnicas religiosas e ideológicas.

Está-se perante um conflito armado (de natureza interna ou externa) quando existe um choque de interesses, de duração e magnitude variáveis, assente em diferentes posicionamentos que podem incidir sobre um conjunto diversificado de questões, envolvendo pelo menos duas partes (grupos organizados, Estados, grupos de Estados, organizações) que estão determinados a prosseguir os seus interesses e a alcançar seus objetivos.

O conflito assume natureza interna quando ocorre no seio de um Estado, entre as suas forças armadas e forças armadas dissidentes ou grupos armados organizados que, sob a chefia de um comando responsável, exerçam sobre uma parte do seu território um controlo tal que lhes permita levar a cabo operações militares contínuas e organizadas; e internacional quando dois ou mais Estados entram em confronto armado, independentemente das razões ou da intensidade.

A este propósito, o General Loureiro dos Santos, ilustre militar e académico que mercê do trajeto percorrido tanto numa vertente como na outra[1] dispensa quaisquer apresentações, publicou um livro intitulado  “A Guerra no Meio de Nós”, onde faz uma análise fundamentada dos conflitos do século XXI, e responde a várias questões;

  • Quais são os conflitos em curso e as ameaças à Europa?
  • Como controlar ojihadismo europeu?
  • Qual é a real dimensão do choque das civilizações?
  • Estará Portugal em condições de assumir uma política de defesa externa?

Apresenta nesta obra uma síntese das guerras em curso e o sentido da sua evolução. A visão estratégica nacional, cujo desenvolvimento diz respeito aos portugueses; o papel dos Estados e a sua situação conflitual; os conflitos em curso e as ameaças à Europa; a organização militar como chave da História.

Manuel Ferreira dos Santos

________________________________

[1] Não se trata, por isso, de um mero académico que se interessa por assuntos militares mas que nunca saiu do ambiente universitário. Nesta linha, Kergan, John, Uma História da Guerra, Edições Tinta da China, Lisboa, 2006, p. 297.

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