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Defesa, Forças Armadas

Aeronaves e submarinos

I

As aeronaves não tripuladas, ou seja, as aeronaves operadas ou concebidas para operar autonomamente, ou para serem pilotadas remotamente sem piloto a bordo, são utilizadas nos mais variados tipos de missões, nomeadamente na segurança interna (v.g. fluxos de trânsito, incêndios, acompanhamento de operações, ambiente, grandes eventos), e como não poderia deixar de ser na área militar.

No campo militar, a China tem vindo a afirmar-se, cada vez mais, como uma potência, sobretudo no domínio naval e aéreo, com especial incidência no desenvolvimento de aeronaves não tripuladas.  Reflexo disso, foi a recente apresentação de uma aeronave não tripulada de combate, denominada CH7, a qual pode ser utilizada em várias missões, designadamente, reconhecimento, apoio ao combate, vigilância e lançamento de mísseis, posicionando-se entre o RQ-170 e o RQ-180 norte-americanos.

Como referiu o Tenente-Coronel Alexandre Carriço, na China, os sectores militares da indústria eletrónica, da aviação, da construção naval e espacial lideram os processos de inovação beneficiando de uma estreita colaboração com os congéneres no sector civil, fruto de um processo de integração top-down iniciado em finais da década de noventa e aprofundado desde 2003. Assim, tudo aponta para a continuação de um rápido progresso nos sectores da indústria de defesa durante a próxima década.

II

Em termos de aeronaves tripuladas, a Força Aérea Portuguesa fez hoje a divulgação do helicópetro Koala AW119MKII que vai substituir o Alouette III da esquadra 552, ao serviço deste ramo das Forças Armadas desde os tempos da guerra colonial, prevendo-se a aquisição de, pelo menos, cinco aparelhos. Trata-se de um helicóptero extremamente versátil, capaz de operar em ambiente noturno, com a utilização de óculos de visão noturna, e de cumprir um leque bastante alargado de missões, como sejam: instrução básica e avançada de voo, busca e salvamento, evacuação sanitária, patrulhamento e observação, apoio ao combate aos incêndios rurais.

Está equipado com um trem de aterragem do tipo “patins”, com capacidade de instalação de flutuadores para a missão de busca e salvamento em ambiente marítimo. Para esta missão em particular, pode ainda ser equipado com guincho e farol de busca.

Tem a capacidade de transportar até sete passageiros (além do piloto), ou uma maca e cinco passageiros, ou ainda 1400Kg em carga suspensa, onde se inclui um balde para o combate a incêndios rurais.

III

Por fim, gostaria ainda de dar nota de uma outra novidade, o submarino SMX31 Electric da Naval Group, o qual, de uma forma ousada, rompe com o paradigma tradicional e que nos transporta para uma outra dimensão nesta matéria.

Manuel Ferreira dos Santos

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