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Catástrofes

Ébola – recomendações CDC

ébolaO ébola bateu às portas da Europa, mais concretamente aqui ao lado na nossa vizinha Espanha e na Noruega. No primeiro caso, o contágio terá ocorrido dentro de instalações hospitalares na capital espanhola e o outro aconteceu na Serra Leoa, sendo a infetada transportada de avião para a Noruega com paragem nas Canárias (terá sido impedida a sua escala em território português).

Segundo o Ministro da Saúde, Portugal está pronto para enfrentar esta ameaça, nessa senda tem sido passadas imagens com simulacros (na nossa modesta opinião os equipamentos de proteção individual não serão os mais adequados) e consta que os protocolos de atuação também estão a ser ou já terão sido revistos recorrendo para o efeito a especialistas em biossegurança.

Espanha também estava preparada, mas ao que parece as medidas tomadas não terão sido suficientes, tendo sido apontadas, no início de setembro, cinco razões para não temer o ébola neste país. Por ironia do destino, nos jornais de hoje são referidas cinco razões que podem estar na génese do contágio, sendo uma delas a insuficiente formação do pessoal hospitalar para lidar com este tipo de situações, fazendo-se alusão a uma exposição teórica de 20 minutos, sem qualquer simulacro.

Por sua vez, a Organização Mundial de Saúde (OMS) garante que a Europa está em posição de lidar com este problema, sendo uma das principais preocupações a proteção das equipas médicas que tratam pacientes infetados com o vírus. O diretor regional da OMS para África afirmou que a epidemia de Ébola “está a espalhar-se mais depressa”, mas admitiu a possibilidade de ser controlada nos próximos três meses.

Embora não sendo especialistas na área das epidemias, estamos conscientes do seu impacto em termos de segurança, o que nos levou, em anteriores ocasiões, a escrever sobre o tema (Catástrofes, Epidemias – vigilância em saúde pública, Doenças transmissíveis de notificação obrigatória), pelo que não poderíamos deixar passar em claro um conjunto de recomendações do Centers for Disease Control na Prevention (CDC) dirigidas tanto ao público em geral como a todos aqueles que estão ligados à prestação de cuidados médicos relacionados com o ébola, pois tal como em tudo na vida: mais vale prevenir do que remediar, sendo que por vezes não há remédio possível.

Pedro Murta Castro
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