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Press Center 03-01-2026

03-01-2026

O início de 2026 fica marcado por um acontecimento de dimensão global que altera profundamente a geopolítica sul-americana e as relações entre as grandes potências: a captura de Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos. Em paralelo, Portugal enfrenta um arranque de ano difícil, marcado pelo balanço trágico da operação de Ano Novo nas estradas e pelo agravamento da pressão sobre o sistema de saúde.

A notícia que domina as manchetes internacionais é a Operação “Determinação Total”. Uma unidade de elite da Delta Force capturou Nicolás Maduro, que se encontra agora detido a bordo de um navio anfíbio norte-americano, a caminho de Nova Iorque, onde deverá ser julgado por acusações de tráfico de droga e terrorismo.
Com o presidente deposto sob custódia estrangeira, a Venezuela mergulha num clima de profunda incerteza. Grupos paramilitares leais ao regime ameaçam desencadear um conflito armado, enquanto as forças armadas venezuelanas procedem à mobilização de meios. Donald Trump já sinalizou que os Estados Unidos estão preparados para gerir uma transição política no país e para explorar as vastas reservas de petróleo venezuelanas.
A intervenção norte-americana divide a comunidade internacional. A União Europeia apela à contenção e ao respeito pelo direito internacional, enquanto países como a China, a Rússia e o Brasil condenam veementemente a operação. O Irão apresentou um protesto formal junto das Nações Unidas e Pequim alertou que este precedente poderá ter implicações diretas na questão de Taiwan.
A Embaixada de Portugal em Caracas emitiu um alerta aconselhando os cidadãos portugueses a permanecerem em casa. Em Lisboa, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, reuniram-se de emergência para avaliar a crise, que deverá ser analisada em breve pelo Conselho de Estado.

A captura de um chefe de Estado em exercício por forças militares de outro país constitui um precedente jurídico e diplomático sem paralelo na era moderna, colocando em causa os princípios tradicionais da soberania nacional.

Situação Interna em Portugal
No plano interno, o balanço da Operação Ano Novo é particularmente negativo. A GNR e a PSP registaram um número preocupante de vítimas mortais e de incidentes graves.

  • Sinistralidade Rodoviária: Pelo menos 19 pessoas perderam a vida nas estradas portuguesas durante o período festivo, incluindo atropelamentos fatais em Mogadouro, Loulé e Guimarães.
  • Criminalidade e Detenções: Foram registados vários casos de violência doméstica e furtos. Em Salvaterra de Magos e Tomar, a GNR efetuou apreensões significativas de droga. No Aeroporto de Lisboa, oficiais da GNR denunciaram tensão crescente, afirmando estar a ser usados como “arma de arremesso” no debate político.

O sistema nacional de saúde enfrenta igualmente desafios acrescidos. Na semana do Natal, foram registados mais de 1.200 casos de gripe, acompanhados por um excesso de mortalidade entre a população idosa. A situação é agravada pelas condições meteorológicas adversas, com quatro distritos de Portugal Continental sob aviso amarelo devido ao frio intenso nos próximos dias.

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J.M.Ferreira

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