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Press Center 29-03-2026

29-03-2026

Em Portugal, destacam-se alguns sinais contraditórios. Por um lado, iniciativas como o atendimento jurídico gratuito a imigrantes, promovido em parceria entre a Fundação Gulbenkian e a Ordem dos Advogados, procuram responder a necessidades concretas de integração. Por outro, persistem constrangimentos operacionais, como as longas esperas no controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa, que chegaram às duas horas durante a madrugada, revelando fragilidades nos serviços.

A segurança, em várias dimensões, surge igualmente no centro do debate. A proliferação do jogo ilegal, com cerca de 40% dos apostadores portugueses fora do circuito regulado, frequentemente influenciados por figuras digitais, levanta preocupações quanto à fiscalização. Em paralelo, cresce a preocupação com a criminalidade urbana, com sucessivos casos de furtos, tráfico de droga e reincidência em Lisboa e noutras cidades. Também no plano institucional, discute-se a necessidade de criar uma agência nacional dedicada à segurança da informação, refletindo a crescente relevância das ameaças digitais.

Ainda em território nacional, fenómenos naturais e acidentes continuam a marcar a atualidade, desde incêndios, como o que deflagrou no Gerês, entretanto dominado, até a episódios trágicos nas estradas e em contexto doméstico. A violência doméstica mantém-se como uma das expressões mais graves de insegurança social, reforçando os apelos a políticas de prevenção mais eficazes.

No cenário internacional, a tensão no Médio Oriente intensifica-se de forma preocupante. Israel anunciou o alargamento da sua intervenção no sul do Líbano, enquanto ataques continuam a causar centenas de vítimas em Gaza, apesar de cessar-fogos declarados. Em resposta, o Irão endurece o discurso e reforça posições estratégicas, nomeadamente no Estreito de Ormuz, ao mesmo tempo que os Estados Unidos aumentam a presença militar na região. O risco de escalada regional é agravado por movimentações diplomáticas e militares envolvendo vários países.

A guerra na Ucrânia mantém-se como outro foco crítico, com Kiev a prosseguir ataques a infraestruturas russas e a procurar reforçar alianças internacionais. Paralelamente, a Rússia desenvolve iniciativas estratégicas, incluindo projetos tecnológicos para competir no espaço.

Outros pontos de instabilidade incluem a Ásia, onde a Coreia do Norte prossegue testes militares, e a Europa, com incidentes envolvendo drones e protestos em território russo. A nível global, observa-se ainda uma tendência de crescimento de regimes autocráticos, frequentemente associados a maiores níveis de corrupção, segundo análises recentes.

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J.M.Ferreira

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