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Press Center 09-06-2026

09-06-2026

As autoridades europeias detetam semanalmente novas substâncias sintéticas, enquanto a potência da cannabis e da cocaína aumenta de forma consistente. Portugal aparece entre os países europeus com maiores apreensões de cocaína,  23 toneladas, e a substância já está associada à maioria das mortes por overdose. Paralelamente, o policonsumo cresce e as organizações criminosas recrutam jovens vulneráveis para circuitos de tráfico cada vez mais profissionalizados. O retrato é o de um mercado altamente lucrativo, tecnologicamente sofisticado e socialmente destrutivo.

Ao mesmo tempo, a criminalidade violenta banaliza-se no espaço público. Trocas de tiros após acidentes rodoviários, tentativas de homicídio entre amigos, perseguições, violência doméstica extrema e crimes sexuais multiplicam-se num fluxo noticioso quase contínuo. Este quadro é agravado por burlas financeiras em larga escala, ciberataques a instituições e fragilidades persistentes na capacidade de resposta do Estado, como mostram os atrasos do INEM ou as falhas de coordenação apontadas na proteção civil.

Mas é no plano internacional que a inquietação ganha dimensão estratégica. O confronto entre os Estados Unidos e o Irão intensificou-se após o abate de um helicóptero norte-americano no estreito de Ormuz, enquanto a guerra na Ucrânia entra numa fase decisiva. A NATO discute reforço militar, a União Europeia prepara novas sanções contra Moscovo e cresce o receio de um conflito prolongado no continente. Simultaneamente, China, Coreia do Norte e Rússia aprofundam entendimentos políticos e militares num movimento de contestação aberta à influência ocidental.

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J.M.Ferreira

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