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Press Center 21-12-2025

21-12-2025

A atualidade nacional e internacional continua marcada por uma sucessão de episódios de violência, criminalidade e tensão política. Em Portugal, multiplicam-se as ocorrências criminais e judiciais: desde a detenção do advogado Paulo Topa, no Porto, por suspeitas de desvio de fundos, a assaltos armados, agressões domésticas e crimes rodoviários em crescimento, segundo a PSP. 

Casos particularmente graves envolveram um idoso de 92 anos que matou um residente num lar ilegal em Garvão, a retirada judicial de crianças de contextos de extrema precariedade em Gaia e vários processos suspensos após perdão das vítimas, como o do bombeiro agressor na Madeira. As forças de segurança mantêm também operações de relevo contra o tráfico de droga e redes criminosas, com detenções em Lisboa, Mouraria e Funchal.

No plano internacional, a instabilidade mantém-se acentuada. No Médio Oriente, o Hamas condenou a aprovação de novos colonatos israelitas na Cisjordânia, enquanto em África se registaram confrontos armados no Sudão do Sul e um ataque mortal na África do Sul. 

A Nigéria anunciou a libertação de mais de uma centena de estudantes raptados, contrastando com denúncias de escravização em massa ligada a burlas no Sudeste Asiático, onde milhares de vítimas continuam sem proteção efetiva. Na Austrália, um atentado em Sydney levou à ordem de auditoria aos serviços policiais e secretos.

A guerra na Ucrânia e as tensões geopolíticas globais continuam a dominar a agenda diplomática. Moscovo afasta, para já, negociações diretas com Kiev e com os europeus, apesar de contactos considerados “construtivos” entre Rússia e Estados Unidos. Zelensky lamenta sinais negativos do Kremlin, enquanto delegações ucranianas mantêm encontros com enviados da Casa Branca.

Paralelamente, os EUA intercetaram mais um petroleiro junto à Venezuela, situação que Caracas classifica como “roubo e sequestro”, num contexto em que o fentanilo surge como novo argumento estratégico na pressão internacional sobre o regime de Maduro. Em França, Emmanuel Macron anunciou ainda a construção de um novo porta-aviões, sublinhando a crescente aposta europeia no reforço da capacidade militar.

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J.M.Ferreira

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