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Press Center 11-01-2026

11-01-2026

O Press Center revela-nos um conjunto de fortes tensões geopolíticas, crises humanitárias persistentes e problemas estruturais nos serviços públicos, a par de um fluxo constante de criminalidade e acontecimentos trágicos.

No plano internacional, a instabilidade na Venezuela continua a dominar as atenções. As primeiras declarações de Nicolás Maduro a partir da prisão, a manutenção de centenas de presos políticos e os alertas dos Estados Unidos para que os seus cidadãos abandonem o país revelam um cenário de colapso do regime e de erosão da soberania. Cuba surge igualmente no centro do confronto com Donald Trump, assumindo um discurso de resistência face à pressão norte-americana. Paralelamente, o Irão vive uma escalada repressiva grave, com centenas de mortos em protestos, ameaças de retaliação contra EUA e Israel e manifestações de solidariedade internacional, incluindo em Lisboa.

A segurança internacional está também em foco no Ártico. A Gronelândia tornou-se peça central da disputa estratégica, com propostas de reforço militar da NATO, alertas de diplomatas europeus e análises sobre a ambição de Trump que poderá pôr em causa a coesão da Aliança Atlântica. O degelo e a corrida a novos recursos intensificam este novo realismo geopolítico.

No Médio Oriente, a situação humanitária em Gaza agrava-se, com vítimas de ataques israelitas e bebés a morrer de frio, enquanto Israel alarga ações militares ao Líbano. Na Ucrânia, um ataque com drones na Rússia voltou a evidenciar a normalização da guerra assimétrica.

Em Portugal, os problemas do Serviço Nacional de Saúde continuam no centro do debate. Longos tempos de espera nas urgências, falta de recursos humanos, ambulâncias paradas e casos polémicos envolvendo doentes reforçam a perceção de fragilidade estrutural. Ao mesmo tempo, Bruxelas aprova um plano de financiamento para reforço da Defesa, sinalizando novas prioridades estratégicas.

A crónica policial permanece pesada, com múltiplos casos de violência doméstica, homicídios, incêndios mortais, crimes informáticos e detenções por agressão ou posse de armas. Destacam-se ainda investigações judiciais e polémicas envolvendo magistrados e Forças de Segurança, bem como escândalos que atingem as Forças Armadas alemãs.

Entre protestos nos Estados Unidos contra a política migratória, escassez tecnológica que encarece produtos e tragédias como avalanches em França, o retrato da atualidade revela um mundo em transição, marcado por instabilidade política, tensão social e desafios profundos à governação, à segurança e aos direitos humanos.

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J.M.Ferreira

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