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Press Center 21-01-2026

21-01-2026

Num espaço de apenas quatro dias, o aeroporto de Lisboa tornou-se palco de uma intensa atividade policial, com 14 detenções e a desarticulação de esquemas que vão desde burlas com viagens aéreas até redes de imigração ilegal. Em paralelo, multiplicam-se julgamentos por crimes económicos e violentos, num retrato de um sistema judicial pressionado, que o Governo quer agora acelerar com multas até dez mil euros para quem tente atrasar processos.

A segurança interna domina a agenda noticiosa. O grupo neonazi 1143, acusado de planear uma “guerra racial”, enfrenta dezenas de crimes imputados, enquanto casos de violência extrema — ataques com faca, incêndios dolosos, agressões em contexto doméstico e crimes contra menores — continuam a marcar o quotidiano. As forças de segurança somam operações, detenções e apreensões, mas também escrutínio público, como no caso da morte de Odair Moniz, onde persistem versões contraditórias entre agentes.

No plano internacional, a instabilidade é a nota dominante. A crise em torno da Gronelândia expôs fissuras profundas na relação transatlântica, com Donald Trump a recuar nas tarifas à Europa e a excluir o uso da força, enquanto líderes europeus defendem uma União menos cautelosa e mais consciente do seu poder económico e político. Em Davos, a Ucrânia tenta manter-se no centro das atenções, num contexto em que a “velha ordem mundial” parece definitivamente ultrapassada.

As tragédias não conhecem fronteiras. Espanha vive dias negros na ferrovia, com acidentes sucessivos e dezenas de mortos, enquanto Moçambique enfrenta cheias agravadas por falhas tecnológicas nos sistemas de alerta — situação que levou Portugal a anunciar um apoio de 300 mil euros. Também no ambiente, o alerta surge com a morte inexplicada de cerca de 20 mil milhafres-reais, já sob investigação.

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J.M.Ferreira

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