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Press Center 04-12-2025

04-12-2025

O Press Center apresenta um panorama marcado por casos de criminalidade, tensões políticas e preocupações humanitárias, tanto em Portugal como no resto do mundo. Em território nacional, multiplicaram-se relatos de burlas, assaltos, violência doméstica e investigações policiais, destacando-se a acusação contra uma agência funerária de Castelo Branco por alegadamente ter usado os dados de um jovem falecido para evitar uma coima de trânsito. Também no plano da segurança interna, registou-se um aumento de assaltos a residências em Macedo de Cavaleiros, vários casos de roubos com arma branca e novas detenções associadas ao tráfico de droga e a esquemas de burla dirigidos sobretudo a idosos.

A proteção das vítimas e a resposta das autoridades mereceram igualmente atenção: um bombeiro filmado a agredir a mulher permanecerá em prisão domiciliária, enquanto a GNR resgatou uma bebé de quatro meses que tinha sido dada como desaparecida. Paralelamente, problemas estruturais nas Forças de Segurança voltaram à agenda, com queixas de falta de efetivos no Algarve e protestos marcados por militares da GNR e pela PSP.

No plano político, o Governo revelou novos passos na gestão das migrações, com a aprovação de um regime para acelerar o retorno de estrangeiros em situação irregular e o estudo de soluções transitórias para os centros de detenção. Outras questões institucionais continuam bloqueadas, como a lei que visa limitar o acesso de juízes à política, parada há quase três anos.

Fora de portas, os conflitos internacionais dominaram a atualidade. A guerra na Ucrânia mantém-se no centro das atenções, com novos ataques mortais russos, avisos europeus sobre o risco de diminuição do apoio dos EUA e alertas da ONU sobre crianças ucranianas levadas para a Rússia. A Rússia, por seu lado, reiterou a intenção de controlar o Donbass, “a bem ou a mal”. Em paralelo, Israel identificou restos mortais de um dos últimos reféns em Gaza, enquanto ataques israelitas continuaram a provocar vítimas civis, incluindo crianças.

As tensões geopolíticas expandem-se ainda para outros pontos do globo: a Venezuela e os EUA confrontam-se num contexto de crescente antagonismo; a Polónia denuncia uma “guerra híbrida” russa; e o Japão e a China reacendem disputas retóricas devido a Taiwan. No continente africano, o Burkina Faso restabeleceu a pena de morte e criminalizou práticas e promoção da homossexualidade, num agravamento do quadro de direitos humanos, enquanto um incêndio na baixa de Luanda levou moradores a fugir pelas varandas.

A Europa enfrenta simultaneamente desafios internos: Espanha reintroduziu máscaras no combate à gripe e recomenda o teletrabalho, enquanto a UE corre contra o tempo para aprovar novo financiamento à Ucrânia. Reino Unido e Noruega reforçaram cooperação para proteger cabos submarinos e caçar submarinos russos, num reflexo da crescente militarização do Atlântico Norte.

Por fim, questões ambientais e desastres naturais não ficaram de fora. A desflorestação em Sumatra agravou a destruição provocada por cheias ciclónicas, e Portugal registou novos focos de gripe das aves e vários incêndios habitacionais.

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J.M.Ferreira

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