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Press Center 09-01-2026

09-01-2026

A atualidade nacional e internacional confirma um tempo marcado por instabilidade, violência difusa e profundas transformações geopolíticas, com reflexos diretos na segurança, na democracia e nos serviços públicos. Em Portugal, o dia ficou assinalado por dados preocupantes sobre segurança e serviços públicos: registaram-se cerca de 100 incidentes de antissemitismo em 2025, cresce o crime digital, com um em cada quatro portugueses já vítima de phishing,  e persistem problemas graves no INEM, desde atrasos no socorro a viaturas paradas há dias, levando bombeiros e autoridades a reforços de emergência de curto prazo.

A criminalidade violenta e os crimes contra os mais vulneráveis continuam a marcar a agenda, com múltiplos casos de homicídio, violência doméstica, abusos sexuais de menores e assaltos com extrema violência, ao mesmo tempo que a justiça enfrenta críticas por atrasos processuais e falhas na instrução de processos mediáticos, como o Caso EDP ou a Operação Marquês.

No plano internacional, o conflito na Ucrânia atingiu um novo patamar com o uso confirmado de mísseis hipersónicos russos contra Kiev, alvo de ataques massivos que provocaram mortos e destruição significativa, levando a condenações europeias e apelos à evacuação temporária da população. Paralelamente, o Médio Oriente e o Irão vivem dias de forte agitação: os protestos iranianos escalam, com dezenas de mortos, cortes de comunicações e exigências da ONU por investigações independentes, enquanto Israel intensifica operações no Líbano.

A Venezuela permanece no centro das atenções globais. Entre libertações seletivas de opositores, influência cubana, negociações exploratórias com os EUA e ameaças de intervenção, o chavismo mostra capacidade de sobrevivência política, apesar da pressão externa. Donald Trump surge como figura omnipresente na ordem internacional emergente: pondera ações militares, anuncia deportações em massa, pressiona aliados e reivindica interesses estratégicos que vão da Venezuela à Gronelândia, reacendendo debates sobre soberania, esferas de influência e a “lei da selva” nas relações internacionais.

Num contexto europeu igualmente tenso, agricultores franceses bloqueiam fronteiras, tempestades castigam vários países e líderes alertam para a necessidade de uma Europa mais assertiva face aos Estados Unidos. Entre crises globais e problemas domésticos, o retrato do dia aponta para um mundo em transição acelerada, onde a força, a incerteza e a resposta das instituições continuam a ser postas à prova.

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J.M.Ferreira

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