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Press Center 14-02-2026

14-02-2026

O país acorda ainda sob o impacto do mau tempo que, nas últimas semanas, deixou um rasto de destruição, milhares de desalojados e mais de 100 mil sinistros já participados às seguradoras. No Baixo Mondego, os níveis começam a baixar, mas o risco de inundações mantém-se significativo, com populações isoladas e comunicações limitadas. O Governo admite a criação de um fundo para calamidades, enquanto as infraestruturas, da A1 às redes elétricas e telecomunicações, enfrentam semanas de recuperação. As praias da costa centro e do Algarve sofreram recuos dramáticos e derrocadas, expondo fragilidades estruturais agravadas pelas alterações climáticas.

Ao mesmo tempo, a justiça e a segurança dominam a atualidade. Vários crimes violentos, esfaqueamentos, abusos sexuais, violência doméstica, marcaram a semana, tal como detenções relacionadas com tráfico de droga e burlas a idosos. A ASAE alertou para falsos inspetores no Douro e Tâmega, enquanto a PSP reforça ações de fiscalização. O Parlamento aprovou a proposta do Governo para o confisco de bens, ainda sujeita a alterações, e uma decisão inédita condenou a Caixa Geral de Aposentações a pagar pensão por acidente laboral.

A saúde pública também esteve em foco: a época gripal teve impacto “substancial”, com mortalidade que merece reflexão. 

No contexto internacional, enquanto as tensões geopolíticas se intensificam surgem denúncias envolvendo políticas antivacinação e alegadas utilizações indevidas de populações vulneráveis. Os Estados Unidos multiplicam sinais contraditórios: entre decisões judiciais que consideram ilegais milhares de detenções do ICE e declarações sobre liderança na “restauração da ordem mundial”. A guerra na Ucrânia permanece no centro das atenções, com divergências públicas entre Washington e Kiev quanto a eventuais concessões à Rússia. A União Europeia debate maior autonomia estratégica e defesa comum, enquanto líderes como Ursula von der Leyen defendem a reativação de mecanismos de defesa mútua.

Entretanto, a China anuncia nova ajuda humanitária a Kiev e endurece o discurso face ao Japão. Na América Latina, multiplicam-se sinais de instabilidade: da Venezuela ao Peru, entre libertações de presos políticos, investigações por tráfico de influências e operações militares com recurso a inteligência artificial.

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J.M.Ferreira

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