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Press Center 15-02-2026

15-02-2026

O país acordou sob o peso das consequências da tempestade das últimas semanas. O acesso à Torre da Serra da Estrela permanece encerrado devido à acumulação de neve, enquanto a Proteção Civil mantém o alerta para o risco de derrocadas, apesar da diminuição da chuva. Há ainda cerca de 26 mil clientes sem energia e há concelhos em que a normalização poderá demorar até um mês. As Forças Armadas removeram toneladas de detritos fluviais e o Exército produz mapas geoespaciais para apoiar o socorro, num esforço que combina tecnologia e proximidade no terreno.

A sucessão de ocorrências, incêndios domésticos, quedas em telhados fragilizados pelo vento, buscas por desaparecidos, revela um país em recuperação lenta, onde a solidariedade contrasta com a vulnerabilidade das infraestruturas. Num outro plano, dados recentes indicam que a época gripal teve impacto “substancial”, reabrindo o debate sobre mortalidade sazonal e prevenção.

No campo da segurança, multiplicam-se detenções por violência doméstica, tráfico de droga e furtos, enquanto casos de agressões graves, como o de um estudante morto em França ou a rixa mortal na Cova da Moura, alimentam a inquietação social. A Europol destacou ainda apreensões de narcossubmarinos em Portugal, sinalizando a sofisticação do crime organizado.

No plano internacional, as tensões geopolíticas continuam a marcar a agenda. Washington reafirma querer uma Europa forte, mas não “vassala”, enquanto os líderes europeus sublinham a defesa dos seus valores. O Reino Unido reforça presença no Atlântico Norte para dissuadir a Rússia, o Japão aprofunda laços com a NATO e Kiev insiste em garantias de segurança de longo prazo. Ao mesmo tempo, o Irão acena com benefícios económicos num eventual acordo com os EUA, num tabuleiro diplomático em constante mutação.

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J.M.Ferreira

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