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Press Center 25-02-2026

25-02-2026

No Press Center, entre burlas, homicídios, falhas institucionais, riscos ambientais e uma guerra que ultrapassa os 1400 dias, emerge um traço comum: vivemos sob pressão social, política e estratégica.

Em Leiria, o regresso do chamado “Gangue do Alcatrão” mostra como a vulnerabilidade criada pelo mau tempo é rapidamente explorada por redes oportunistas. No plano digital, burlas com criptoativos renderam milhões, expondo fragilidades na literacia financeira e na regulação. Nas estradas, 13 mortos em acidentes por circulação em contramão e milhares de sinistros ligados ao uso do telemóvel revelam comportamentos de risco persistentes.

A violência dispersa-se pelo quotidiano: esfaqueamentos, tiroteios, incitamento à violência no futebol, crimes domésticos. Ao mesmo tempo, crescem as queixas contra forças de segurança, ainda que muitas sejam arquivadas. A autoridade está sob escrutínio permanente, e qualquer falha, real ou percebida, amplia a desconfiança.

Há também sinais de desgaste institucional: atrasos em relatórios prometidos, dificuldades na resposta de emergência e processos administrativos acumulados na área da imigração. Mesmo quando as soluções surgem, como o reforço de meios ou alterações legislativas, a perceção pública é moldada pela sucessão de incidentes.

Na vertente social, a aprovação do estatuto do idoso, com prioridade à permanência em casa, contrasta com casos de negligência familiar que chocam o país. A proteção de menores no ambiente digital entra igualmente na agenda, num debate delicado entre responsabilidade parental e liberdade individual.

O ambiente acrescenta outra camada de incerteza. A Mata de Leiria enfrenta risco acrescido de incêndio após as tempestades; mais concelhos entram em situação de calamidade; o Sul mantém-se como a região com maior risco sísmico. 

Entretanto, a guerra na Ucrânia prossegue. O Presidente Volodymyr Zelensky insiste que o país precisa de ajuda para vencer, não apenas de elogios à sua resiliência. O politólogo Carlo Masala alerta para as consequências de uma eventual vitória russa. A guerra é militar, mas também informacional e económica, e a Europa sente-lhe o peso.

Nos Estados Unidos, decisões políticas geram processos judiciais em cadeia; na América Latina, a violência e a instabilidade persistem; na Ásia, reconfiguram-se equilíbrios estratégicos. O mundo fragmenta-se enquanto se interliga tecnologicamente.

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J.M.Ferreira

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