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Press Center 27-02-2026

27-02-2026

Em Portugal, descem alguns indicadores de criminalidade, como na Amadora, mas multiplicam-se casos de violência doméstica, abuso sexual, burlas qualificadas e tráfico. O Ministério Público investiga violações de sanções à Rússia e congelou milhões de euros; a justiça enfrenta falhas informáticas; funcionários denunciam assédio; uma comissão específica tenta travar a fraude no SNS. A sensação é ambivalente: há resposta institucional, mas também desgaste estrutural.

No plano simbólico, a vandalização da estátua de Winston Churchill em Londres, com a inscrição “criminoso de guerra sionista”, revela como a polarização global contamina a memória histórica. O mesmo clima de radicalização surge no caso do homem acusado por incitamento ao ódio ao prometer casa a quem matasse brasileiros. A excecionalidade, discursiva ou violenta, começa a parecer rotina.

O ambiente reforça a ideia de instabilidade: chuvas mortais no Brasil, níveis recorde de precipitação em Coimbra, árvores derrubadas antes da época de fogos, depósitos ilegais de resíduos. Oscilamos entre excesso de água e ameaça de incêndio, entre reação e prevenção insuficiente.

Lá fora, o cenário é ainda mais volátil. A rivalidade entre Afeganistão e Paquistão transformou-se em “guerra aberta”, com centenas de mortos. No Médio Oriente, cresce o risco de confronto entre EUA e Irão, enquanto Donald Trump endurece o discurso e Volodymyr Zelensky tenta manter pontes diplomáticas numa guerra que se prolonga. A Rússia ameaça tropas britânicas; a NATO discute reforço industrial; a Europa redefine prioridades estratégicas.

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J.M.Ferreira

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